leve

Traço um paradoxo á mim.
Quero que o tempo corra, e que seja como as nuvens.
Que o vento traga somente aquilo que não for me atingir.
Que o sol me dê um sorriso a cada manhã.
E na grama eu possa me deitar, e rir de tudo que for complexo a meu ver.
Poder apreciar as coisas mais simples,
rir de coisas que já me aconteceram,
e suspirar pelas perdas e saudades.
Fácil como nos desenhos, que as nuvens são feitas de algodão doce, e que nelas você terá o melhor sono do mundo,
e que sempre temos a impressão que podemos tocar o céu com o dedo indicador.
Deixa que eu levo um pouco disso em mim, fazendo do amargo uma doçura... O fel virando mel.

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